Leitura Barraco na Sapucaí — e não era carro alegórico

Barraco na Sapucaí — e não era carro alegórico

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, Rodrigo Amorim (PTB), foi barrado na porta do camarote do governo do estado.

Amorim estava no Camarote Arpoador, e desceu para desfilar no Salgueiro. Na volta, diante do espaço oficial do setor 9, decidiu dar a clássica passadinha.

Mas ouviu que era preciso aguardar uma consulta ao cerimonial do Palácio Guanabara para que pudessem liberar o seu acesso.

“Então, por favor, diz ao governador que deixei um abraço”, disse o moço. E saiu pisando duro.

Mesmo que tivesse entrado, Amorim não poderia dar o tal abraço pessoalmente. Castro não estava lá. Preferiu “ficar quietinho”, segundo assessores, no outro camarote que o governo tem no setor 3 — bem menos conhecido e muito mais reservado.

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