Leitura Tecnologia a serviço da segurança: como buscar ajuda nos apps da polícia no carnaval

Tecnologia a serviço da segurança: como buscar ajuda nos apps da polícia no carnaval

Apesar da folia, o carnaval também inspira cuidados. Sobretudo com a segurança nas ruas. Nesse sentido, a tecnologia pode ser uma aliada, para facilitar a vida dos foliões. Tanto a Polícia Militar do Rio, quanto a Polícia Civil, possuem aplicativos próprios, em que oferecem acesso a todos os serviços.

Através do aplicativo da Policia Civil do Estado do Rio, é possível fazer um Registro de Ocorrência de um delito. Também é possível fazer a comunicação da perda de um documento, ou mesmo fazer denúncias anônimas e buscar orientação da Central de Atendimento ao Cidadão.

Já com o aplicativo da Polícia Militar, 190RJ, o cidadão mantém um canal direto com os operadores do 190, agilizando a dinâmica do atendimento de emergências. Ambos os apps estão disponíveis gratuitamente para downloads, para Android ou Iphone.

Pessoas desaparecidas

Entendendo a tecnologia como importante aliada às ações de segurança pública para o carnaval, o governo do estado, por meio da Secretaria de Polícia Militar, também lanç​ou a pulseira digital para localizar desaparecidos, em especial crianças e adolescentes, em áreas de grande aglomeração.​

O novo serviço utiliza o software de reconhecimento facial junto às mais de 150 câmeras de monitoramento urbano espalhadas pela cidade do Rio, tanto na orla ​quanto nos desfiles de blocos. A nova função também está disponível no 190RJ, aplicativo criado para conectar diretamente o cidadão com o Serviço de Emergência 190, e clicar no botão “pessoas desaparecidas” e preencher os dados solicitados.​

O ideal é que os responsáveis das crianças e adolescentes façam o cadastro prévio. Se uma criança cadastrada se perder durante o desfile de um bloco, ela poderá ser localizada de forma mais rápida pelo sistema de reconhecimento facial, que já possui a imagem antecipadamente.

Quando o sistema de reconhecimento facial faz o alerta sobre a localização do desaparecido, o policial militar mais próximo é acionado pela equipe no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) e inicia às buscas com a ajuda das câmeras de reconhecimento facial próxima à localidade do desaparecimento, além de buscas ativas das equipes no local.

Polícias apostam e reconhecimento facial neste carnaval

E o reconhecimento facial de suspeitos agora também está na palma da mão dos policiais civis. A Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) anunciou o lançamento do iPol, um aplicativo que permite a consulta de dados de pessoas e veículos durante operações e investigações.

A ferramenta foi desenvolvida pelo Departamento-Geral de Tecnologia da Informação e Telecomunicações (DGTIT) da Polícia Civil. A partir de uma fotografia de um suspeito, o iPol cruza dados em um vasto banco da instituição, identifica possíveis correspondências e ranqueia os resultados com base em semelhança. Além disso, o aplicativo fornece informações completas sobre mandados de prisão pendentes de cumprimento. A pesquisa também pode ser feita por CPF, RG e nome da pessoa.

Na consulta de veículos, o aplicativo retorna se o automóvel possui algum impedimento associado a uma ocorrência de roubo, furto ou outro crime. Além disso, o iPol está totalmente integrado com o Sistema Integrado da Polícia Civil, o Sipol.

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